quinta-feira, 20 de setembro de 2012


ALUNOS DO CEDJV PARTICIPAM DE OFICINAS REALIZADOS PELA PLATAFORMA FREIRE


No dia 14 de setembro de 2012 a turma do 2º ano vespertino, participou da “Oficina de Jogos Matemáticos” oferecida pelos cursos da Plataforma Freire da qual a professora Creuza é aluna.
 Os alunos se deslocaram para Serrinha, local em que foram montados os estandes para a realização das atividades pedagógicas, e lá aprenderam se divertindo participando de jogos como pescaria, trilha, tiro ao alvo, dentre outros.





MODALIDADES OLÍMPICAS

Em ano de Olimpíadas, a turma do 2º ano vespertino, alunos da professora Creuza tiveram uma aula especial com a temática “Modalidades Olímpicas”, vale destacar que a iniciativa surgiu de um trabalho realizado pela Plataforma Feire da qual a professora da turma faz parte.
Os alunos ficaram a par de como são realizados esportes como o atletismo, a natação, o futebol, o voleibol, a ginástica olímpica, dentre outros, por meio de imagens e slids  explicativos.



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

7 DE SETEMBRO: INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Cena do grito de Independência
No dia 7 de setembro comemoramos o Dia da Independência do Brasil. Neste dia celebramos a Emancipação Brasileira do Reino de Portugal que ocorreu em 1822.
A independência do Brasil, enquanto processo histórico desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.
O processo de Independência começa com o agravamento da crise do sistema colonial e se estende até a adoção da primeira Constituição Brasileira em 1824. As revoltas do final do século XVIII e começo do XIX, como a Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana, a Revolta Pernambucana de 1817, dentre outras, mostram o enfraquecimento do sistema colonial. Além disso, a Independência dos EUA e a Revolução Francesa reforçam os argumentos dos defensores das ideias liberais e republicanas, crescendo assim, a condenação internacional ao Absolutismo Monárquico e ao Colonialismo, aumentando as pressões externas e internas contra o monopólio português e o excesso de impostos numa época de livre comércio.
A presença da Família Real Portuguesa trouxe grandes avanços à colônia brasileira, mas ao mesmo tempo criou um grande rombo nos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras.
Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.
          Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
D. Pedro I
  No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.
          Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
          Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
Em protesto, os portugueses anulam a convocação da Assembleia Constituinte brasileira, ameaçam com o envio de tropas e exigem o retorno imediato do príncipe regente. No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem a São Paulo, dom Pedro recebe as exigências das cortes. Irritado, reage proclamando a independência do Brasil. Em 12 de outubro de 1822 é aclamado imperador pelos padres do reino e coroado pelo bispo do Rio de Janeiro em 1º de dezembro, recebendo o título de dom Pedro I. No início de 1823 realizam-se eleições para a Assembleia Constituinte da primeira Carta do império brasileiro. A Assembleia é fechada em novembro por divergências com dom Pedro I. Elaborada pelo Conselho de Estado, a Constituição é outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824. Com a Constituição em vigor e vencidas as últimas resistências portuguesas nas províncias, o processo de separação entre colônia e metrópole está concluído. Contra o liberalismo de setores das elites brasileiras triunfa o espírito conservador e centralizador de José Bonifácio. Ele pregava a independência sem mudança de regime, ou seja, sem a proclamação da República nem mudanças sociais importantes, como a abolição da escravatura. A independência, entretanto, só é reconhecida por Portugal em 1825, quando D. João VI assina o Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil.


FONTE:http://www.brasilescola.com/historiab/independencia-brasil.htm
   http://www.unificado.com.br/calendario/09/indepen.htm

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


ENCERRAMENTO DA SEMANA DA PÁTRIA

No dia seis de setembro foi realizado o encerramento das comemorações da Semana da Pátria no CEDJV. Para isso, os alunos do pré, 1º, 2º e 3º anos fizeram um pequeno desfile em homenagem ao sete de setembro – Independência do Brasil. Os alunos desfilaram em direção a Praça São João Batista para fazer a visita ao Fogo Simbólico. Com bandeiras verdes e amarelas os alunos marcharam pelas ruas da cidade ao som da bandinha formada pelos alunos do 1º ano (Turno Matutino) e do 2º ano (Turno Vespertino), com muito entusiasmo e alegria os pequenos festejaram a Independência do Brasil.
                                                    TURNO MATUTINO


TURNO VESPERTINO


Para finalizar, todos juntos professores, funcionários e alunos saudaram o Fogo Simbólico cantando o Hino Nacional Brasileiro.
ALUNOS DA MANHÃ
ALUNOS DA TARDE

"A Independência é construída a cada novo dia com o nosso 
compromisso por uma educação melhor"

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


ABERTURA DA SEMANA DA PÁTRIA


No dia 3 de setembro, teve início no CEDJV, a Semana da Pátria. Para tal, os alunos, professores e demais funcionários reuniram-se em frente à escola para cantar o Hino Nacional.
                                                 
                                                      Turno Matutino


Turno Vespertino



Durante toda essa semana serão realizadas atividades em homenagem ao 7 de setembro Dia da Independência do Brasil. Trabalhar a Semana da Pátria com os alunos leva-os a conhecer os problemas sociais, econômicos e políticos que se constituem obstáculos e dificuldades para o engrandecimento do nosso país, bem como as grandes realizações, marco da nossa história, a fim de proporcionar-lhes maior compreensão amor e espírito de luta pelo Brasil.


INSTITUTO EDUCARE FAZ VISITA A ECOTECA


Na sexta-feira dia 31 de agosto, o CEDJV recebeu a visita de dois coordenadores do Instituto Educare (Jomar e André) para saber como está o andamento da ECOTECA e apresentar um questionário para o aluno. Este questionário servirá como amostragem do perfil leitor do alunado do município.

Por: Eliecy Silva (Coordenadora Pedagógica)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


O USO DE RECURSOS DIDÁTICOS NAS AULAS FACILITA A COMPREENSÃO DOS CONTEÚDOS

Os recursos didáticos são de suma importância para a efetivação da aprendizagem significativa dos alunos. Dentre estes, hoje iremos destacar o “Material Dourado”.
O Material Dourado destina-se a atividades que auxiliam o ensino e a aprendizagem do sistema de numeração decimal-posicional e dos métodos para efetuar as operações fundamentais. Com este material, as relações  abstratas passam a ter uma imagem concreta, facilitando assim a sua compreensão. Além de uma maior assimilação das operações fundamentais, com o seu uso há um notável desenvolvimento do raciocínio e um aprendizado bem mais agradável.
Deste modo, os professores do CEDJV sempre procuram utilizá-lo nas suas aulas. Um exemplo disso foi à aula sobre multiplicação que ocorreu no 3º ano A Matutino da professora Maria Helena no dia 29/08/2012.



FONTE: http://educar.sc.usp.br/matematica/m2l2.htm